Esteio do meio é uma ode à passagem inexorável do tempo, da relevância, beleza e do sopro que a vida é… da importância da solidão e do amor, que parecem antagônicos mas se completam na única saída possível. Pablo Barros sabe traduzir como poucos essa matéria difusa que, tornada palavra, cativa e expande os sentidos na construção de uma poética que fala diretamente ao leitor, quase em tom de conversa. Se a literatura pode ser uma espécie de conversa que se estende no tempo, entre a escrita e a leitura, é na palavra impressa que o tempo se condensa, como neste livro.


Carona é uma coisa muito íntima
Nenhum nome onde morar
O tempo amansa / a gente
Tartamudo
Crítica de poesia
Sophia: singular plural
Corvos contra a noite
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Cadernos de alguma poesia 

