Esteio do meio é uma ode à passagem inexorável do tempo, da relevância, beleza e do sopro que a vida é… da importância da solidão e do amor, que parecem antagônicos mas se completam na única saída possível. Pablo Barros sabe traduzir como poucos essa matéria difusa que, tornada palavra, cativa e expande os sentidos na construção de uma poética que fala diretamente ao leitor, quase em tom de conversa. Se a literatura pode ser uma espécie de conversa que se estende no tempo, entre a escrita e a leitura, é na palavra impressa que o tempo se condensa, como neste livro.


Hakim, o geômetra e suas aventuras
Pedaço de mim
Vento, vigília
Corpo sem órgãos
Estou viva
Rita
A herdeira [Washington Square]
O fim do Brasil
Inclusive, aliás
O mar que restou nos olhos
Numa nada dada situação 

