“Europa” mantém o estilo curto e seco, a escrita ligeira, ritmada e às vezes rimada, que homenageia Leminsky, Bashô, Duchamp e Manoel de Barros – a escrita portátil e o inutensílio, como Vila-Matas pretendia. Um quase-Haikai. Densidade superficial; nas entrelinhas e no silêncio da pausa é que se fala o que se tem a dizer. Em “europa”, o mito vale mais que o continente. O signo do Touro faz referência à religião Mitraica, que marcou regiões de Pérsia a Creta, visível na cultura romana e até nas touradas de Madri. Lá valoriza-se o sacrifício, o tornar sagrado (sacer facere), indolor e prazeroso (a entrega) versus o martírio testemunhal, onde a dor é a prova. Uma leitura divertida, onde o humor e a ironia não faltam.


Maratona de Nova York
Cidade sportiva (2)
Rita
História de vocês
Translinguismo e poéticas do contemporâneo
Estrada do Excelsior
O que faço é música
O menor amor do mundo
Pulvis
O vento gira em torno de si
Todo mundo é louco?
Chute
Pedaço de mim
Corvos contra a noite
Dois campos em (des)enlaces
Sexo, drogas e tralala
Discurso e…
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Olha, os agapantos estão voltando!
A herdeira [Washington Square]
A memória é uma boneca russa
Mulheres de moto pelo mundo
Didática 

