Jack Kerouak dizia que a beleza das coisas está no fato de um dia acabarem. Mesmo que às vezes não aceitemos, as coisas acabam e as belezas também. E outras vezes, muito raramente, a beleza continua, apesar do fim. Talvez este seja um desafio para Fernando, fazer a beleza durar apesar de chegar ao seu final, seja ele feliz ou não. A beleza durável em meio à vida que se encerra, ciclo que se fecha, desfecho da história é um possível mote para este livro que em seus anseios de completude entra em rotação ao redor de Fernando, registrando ou recordando, posto que começa pelo fim e termina pelo começo, tudo que orbita em torno do olhar do autor. E são muitas as coisas que giram ao redor desse olhar sensível às intempéries e calmarias, assombros e ternuras que nos convidam a ver belezas, por vezes indiscutíveis, nesses poemas.


Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Livro das sonoridades
Campos de Carvalho contra a Lógica
Carnaval, ritual e arte
A história dos seios (2a edição)
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Três faltas e você será foracluído [...]
Da capo al fine
Hakim, o geômetra e suas aventuras
Modo de ser
Tartamudo
Rotas de teatro
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Desconstruções e contextos nacionais
Desmontagens
Estrada do Excelsior
O desejo de esquecer
No limite da palavra
Política, governo e participação popular
Poemas para morder a parede
O tempo amansa / a gente
A memória é uma boneca russa
Se oriente
Nas frestas das fendas
Temas da sociologia contemporânea
A cidade inexistente
A herdeira [Washington Square]
Ensaios de escola
O chamado da vida
Novarina em cena
O menor amor do mundo
Cadernos de alguma poesia 

