Como no jogo que dá nome ao livro, brincadeira de criança, a escrita de Manoel Ricardo é precisa e afiada. Fala de amor, fala do encontro e da ausência, dialoga com artistas das mais diversas estirpes, e fala da vida: de toda a literatura que cabe nela. Segundo Veronica Stigger, “ao facultar a transformação do eu num outro e, por consequência, a experimentação de novas possibilidades de vida, os atos de escrever e de contar uma história aparecem como atos eminentemente políticos. Talvez por isso o livro se abra não com um prefácio, mas com uma “ameaça”, assinada pelo próprio autor. Nenhuma subversão maior que tornar a vida, de novo, possível.”


Trama
Corvos contra a noite
O mar que restou nos olhos
Parados e peripatéticos
Numa nada dada situação
A tulipa azul do sonho
Tartamudo
Mulheres de moto pelo mundo
Carona é uma coisa muito íntima
Ciclopes e medusas
O que pode dar certo
A filosofia natural e experimental na Inglaterra do século XVIII
Olha, os agapantos estão voltando!
Diálogos possíveis
Caminhos do hispanismo
Max Martins em colóquio
Campos de Carvalho contra a Lógica
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Sodoma
Ficção e travessias
O vento gira em torno de si
O autista e seus objetos
A tradição viva em cena
Teatro e comicidades: Estudos sobre Ariano Suassuna e outros ensaios
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
A casa invisível
Arroz e feijão, discos e livros
A arte do teatro
Poemas para morder a parede
Até segunda ordem não me risque nada
Livro da rainha
Cara de cavalo ![Jogo de varetas [livros de guerra, 2]](https://7letras.com.br/wp-content/uploads/2022/06/jogo-de-varetas-manoel-ricardo-de-lima-7letras.png)

