Como no jogo que dá nome ao livro, brincadeira de criança, a escrita de Manoel Ricardo é precisa e afiada. Fala de amor, fala do encontro e da ausência, dialoga com artistas das mais diversas estirpes, e fala da vida: de toda a literatura que cabe nela. Segundo Veronica Stigger, “ao facultar a transformação do eu num outro e, por consequência, a experimentação de novas possibilidades de vida, os atos de escrever e de contar uma história aparecem como atos eminentemente políticos. Talvez por isso o livro se abra não com um prefácio, mas com uma “ameaça”, assinada pelo próprio autor. Nenhuma subversão maior que tornar a vida, de novo, possível.”


Sophia: singular plural
Cara de cavalo
Outro (& outras)
O médico e o barqueiro e outros contos
Histórias do bom Deus
Quase música
Dois campos em (des)enlaces
O aprendiz do desejo
A paixão mortal de Paulo
A praça do mercado
Se oriente
Quando formos doces
Ciclopes e medusas
Estrada do Excelsior
Nenhum nome onde morar
Do lado do tempo
Cadernos de alguma poesia
Antologia poética
Grito em praça vazia
Pulvis
Da capo al fine
Poesia reunida ![Jogo de varetas [livros de guerra, 2]](https://7letras.com.br/wp-content/uploads/2022/06/jogo-de-varetas-manoel-ricardo-de-lima-7letras.png)

