Em Manoel Ama lembrar, Samarone Marinho desenvolve um ensaio sobre a escrita de Manoel de Barros. Com a profundidade e o olhar agudo de pesquisador, aliados a sua sensibilidade natural de poeta, Samarone persegue os percursos que conduziram Manoel à perfeição de seus poemas. Ao longo dessas páginas, somos conduzidos por Samarone a revisitar as paisagens primordiais da infância de Manoel; em outro momento, percorremos as memórias das paisagens geográfico-afetivas do poeta, que se tornam memórias criadoras, tonificando, em imagens poéticas, elementos como rios, insetos, animais, vegetais, quintais, Pantanal. Dessa forma, Samarone Marinho nos revela a importância essencial da memória e da paisagem dentro da poética de Manoel de Barros.


Culturas e imaginários
Poesia reunida
O som dos anéis de Saturno
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Terapia de regressão
A duas mãos
Do lado do tempo
Trabalhos jurídicos
Rita
O menor amor do mundo
Tramas epistêmicas e ambientais
Anatomia de uma perda
O assassinato da rosa
Até segunda ordem não me risque nada
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
A era do sono
A outra história
Ficção e travessias
Ave, Rosa!
Nas frestas das fendas
Nenhum nome onde morar
Grito em praça vazia
Cinzas do século XX 

