Neste Manual de pintura rupestre, Fernando Abreu conjuga com habilidade a arte (artesã) do labor literário – realizado com o rigor e a concisão de quem já viu (e leu) um pouco de tudo – e a surpresa da invenção poética, aqui apresentada numa voz muito própria, contemporânea e original.


Poesia reunida
Grito em praça vazia
Sonatas: memórias do Marquês de Bradomín
Tramas epistêmicas e ambientais
Conhecimento escolar e ensino de sociologia
Estrada do Excelsior
Estão matando os humoristas
O vento gira em torno de si
Tribulações de um sonhador contumaz
Corvos contra a noite
O mar que restou nos olhos
História de vocês
Durante
Nenhum nome onde morar
As linguagens do futebol em Moçambique
Três faltas e você será foracluído [...]
O mais sutil é a queda
Algum Lugar
O fim do Brasil
Interculturalizar, descolonizar, democratizar
Poemas para morder a parede 

