”Às vezes / tento descobrir / quem é esse cara / que se passa / por Heitor […]” – assim se apresenta o poeta ao “caro editor”, e por conseguinte ao leitor de seu novo livro: Meu semelhante. A escrita íntima, o olhar sutil sobre o tempo e a cidade, os tantos poetas e poemas que (não) se escondem ao longo dos versos, às vezes trazem um tom de leve ironia que é quase uma piscadela para o leitor, cúmplice desde o título. Sete anos depois do belíssimo “Um a menos”, Heitor Ferraz volta à cena com um livro que reafirma seu trabalho como um dos autores mais importantes da atualidade.


O Cid (1636-1637)
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Maratona de Nova York
As copas do mundo no Brasil
A arte do teatro
Estou viva
Espiral: contos e vertigens
Ave, Rosa!
Tartamudo
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Estrada do Excelsior
O mar que restou nos olhos
Placenta: estudos
Comunicação e esporte
Se oriente
Poesia reunida
Dinossauro emancipado
Contos contidos
Fraquezas humanas
A desordem das inscrições
Entre Brasil e Portugal
A outra história
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Reversor
Supertrampo
O assassinato da rosa
Ciclopes e medusas
Da capo al fine
Mudanças e desafios sociológicos
Eva Péron, Loretta Strong, A geladeira
Pesquisa sobre política, currículo e cotidiano escolar 

