Este livro nasceu da idéia principal de que quando escrevemos música nunca estamos sozinho, de que uma série muito grande de diálogos atravessam nossa escrita. As obras nascem, assim, junto a uma linha infindável e quase irreconstituível de contágio. Quando coisa que se mexa à volta pode mudar o percurso de uma criação mesmo a mais predefinida. È neste sentido que participam deste livro alguns dos principais compositores da música brasileira atual, aquela música que anda solta das amarras e da identidade nacional, para escreverem, cada um a seu modo, sobre seus processos e criações, sobre suas crenças e fabulações.


Pulvis
Numa nada dada situação
Espiral: contos e vertigens
1922
Tartamudo
Burguesia e trabalho
Sobre o ódio
Até segunda ordem não me risque nada
Eu, Jeremias
O infinito não olha
Lições do Tempo
Crítica de poesia
Fotos ruins muito boas
Maratona de Nova York
Não responda hoje
Tinha uma coisa aqui
Parados e peripatéticos
O mar que restou nos olhos
História, memória, instituições
Transformações na linguagem musical contemporânea instrumental e vocal 

