O amor parece já ter sido abordado de todas as maneiras pela poética moderna. Justamente por isso Nunca seremos tão felizes como agora causa surpresa e admiração, pois consegue renovar o tema, trazendo um frescor à forma de escrever a paixão. Fernando Koproski encara a beleza e as dificuldades das relações amorosas inserindo-as nas peculiaridades da vida contemporânea.


Quase música
Nas frestas das fendas
Celebrando a pátria amada
Poemas para morder a parede
Corpo sem órgãos
"Peões" visto por
Cartas trocadas
Jubileu cívico 

