Em O choro da aranha etc., Sérgio Medeiros lança um olhar atento para o que há de minimal à nossa volta, revelando, em versos claros e lúdicos, o que há de surpreendente nas pequenas coisas aparentemente óbvias e sem importância: aranhas que choram, flores, vegetais e minerais, sombras e resíduos figuram nestes páginas em que se dissolvem as fronteiras entre vida e poesia –fundindo cidade e selva, natureza e urbe, aldeia indígena e bairro. A liberdade no uso da linguagem marca estes poemas, num movimento vibrante e renovador da própria poesia.


Estrada do Excelsior
Bravos companheiros
Caminhos do hispanismo
Três faltas e você será foracluído [...]
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
O morse desse corpo
O fim do Brasil
Um nome inteiro disposto à montaria
Corpo em combate, cenas de uma vida
A paixão mortal de Paulo
Pedaço de mim 

