Em O livro da carne, Whisner Fraga leva a poesia ao seu limite expressivo, a um território remoto e revelador da realidade. Cada um dos versos revisita as incontáveis infâncias vividas pelo poeta em Minas Gerais, num diálogo com as visões, fatos e sonhos do passado. Em cada uma destas páginas, o leitor encontrará receitas em verso para afazeres nada corriqueiros – como dividir o vento, compreender samambaias, assoprar machucados, afugentar salamandras. Flexíveis, as palavras constroem um poema -fluxograma para compilar borboletas. Um roteiro para alcançar a infinitude, outro para prolongar a infância. Com um olhar lírico, o poeta se aproxima de um tempo fora do alcance, antes do verbo, e muito além do eu narrativo e poético. Precisão e maturidade técnica marcam estes poemas, que tecem metáforas sobre o mundo e refundam o real no imaginário.


O tempo amansa / a gente
Estrada do Excelsior
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Cadernos de alguma poesia
Poesia reunida
Discurso e…
Desenvolvimento, trabalho e cidadania
O exílio de Augusto Boal
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Teatro e sociedade
Desigualdades interdependentes e geopolítica do conhecimento
Judaísmo e cultura
Quando formos doces
Grito em praça vazia
Vento, vigília
A construção social do "ex-bandido"
O morse desse corpo 
