Os poemas de Angélica Torres Lima são inconfundíveis. Em O nome nômade, os versos percorrem o mundo e testemunham múltiplos contrastes. Segundo Alberto Bresciani: “Este é o livro de quem tem a ‘poesia a tiracolo’. Não porque dela faça pouco caso, mas porque a sente presente a cada instante, em toda a ‘sua desútil solidão.’”


Nas frestas das fendas
A casa invisível
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Fúrias
Nada passou em branco
O ateliê voador e Vocês que habitam o tempo
Vento, vigília
O vento gira em torno de si
Cadernos de alguma poesia 

