Os poemas de Angélica Torres Lima são inconfundíveis. Em O nome nômade, os versos percorrem o mundo e testemunham múltiplos contrastes. Segundo Alberto Bresciani: “Este é o livro de quem tem a ‘poesia a tiracolo’. Não porque dela faça pouco caso, mas porque a sente presente a cada instante, em toda a ‘sua desútil solidão.’”


Cigarros na cama
Raízes partidas
A filosofia natural e experimental na Inglaterra do século XVIII
A herdeira [Washington Square]
Danação
O vento gira em torno de si
Eu, Jeremias
Reversor
Grandes mamíferos
Cadernos de alguma poesia
Vento, vigília 

