Os poemas de Angélica Torres Lima são inconfundíveis. Em O nome nômade, os versos percorrem o mundo e testemunham múltiplos contrastes. Segundo Alberto Bresciani: “Este é o livro de quem tem a ‘poesia a tiracolo’. Não porque dela faça pouco caso, mas porque a sente presente a cada instante, em toda a ‘sua desútil solidão.’”


Pedaço de mim
Parados e peripatéticos
Os últimos dias de Lili das Joias
Da capo al fine
Noites que nunca terminam
Tipografias do desejo
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O Vale do Paraíba e o Império do Brasil nos quadros da Segunda Escravidão
Estou viva 

