A escrita hábil e direta de Félix Alberto Lima conquista facilmente os leitores de O que me importa agora tanto. O ritmo rápido e verdadeiro dos poemas lembra o estilo marginal de autores consagrados como Charles Paixoto, Francisco Alvim e Chacal. Segundo Zeca Baleiro, que assina a orelha da obra: “[…] Félix se mostra poeta de engenho e verve, na luta corporal desesperada com a palavra e seus sentidos (os seus e os da palavra)”.


Nas frestas das fendas
Nenhum nome onde morar
Corpo em combate, cenas de uma vida
Henrik Ibsen no Brasil
Maratona de Nova York
O tempo amansa / a gente
O mais sutil é a queda
O limoeiro real
Corvos contra a noite
A paixão mortal de Paulo
A duas mãos
Translinguismo e poéticas do contemporâneo
Antologia poética 

