Nestas histórias de vida ou morte, podemos encontrar a cada página um ladrão, um assassino ou mesmo um cadáver – mas não se trata exatamente de literatura policial, e nem mesmo cabe rotular que tipo de literatura temos aqui, diante do vasto repertório de recursos do autor: seja na prosa epistolar, seja narrando em primeira ou terceira pessoa, seja em textos corridos de formato convencional ou fragmentados em múltiplos trechos interdependentes, José Rezende Jr. sempre conduz com extrema perícia e maestria cada um de seus contos a uma situação inesperada ou a um desfecho surpreendente.


Como era fabuloso o meu francês!
1922
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Poesia reunida
O assassinato da rosa
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
O desconsolo da filosofia
A praça do mercado
Dos artefatos e das margens
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
Pulvis
Numa nada dada situação
O mar que restou nos olhos
Contos estranhos
Figurino funk
O fim do Brasil
Cárcere privado
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Do poema nasce o poeta
Tartamudo
Da Colônia à República
No limite da palavra
Sophia: singular plural
A queda
História de vocês 

