O livro se movimenta transversalmente: as palavras querem percorrer outras aberturas, chegar a outras bordas, reversíveis, não apenas nomear, não apenas dizer, testemunhar, contar história, muito menos se pôr na boca do leitor, enraizar-se aí como enunciado de um discurso definitivo e legitimador.


Poemas para morder a parede
A outra história
Pulvis
A memória é uma boneca russa
O assassinato da rosa
Placenta: estudos
Pedaço de mim
Fraquezas humanas
Temas da sociologia contemporânea
Beco da vida
O fim do Brasil
Cadernos de alguma poesia
Espaço, corpo e tempo
O coice da égua
Cartas de amor à viscondessa da luz
Dinossauro emancipado
Mudanças e desafios sociológicos
A sombra e o nome
História de vocês
Cartas trocadas
Shazam! 

