O livro se movimenta transversalmente: as palavras querem percorrer outras aberturas, chegar a outras bordas, reversíveis, não apenas nomear, não apenas dizer, testemunhar, contar história, muito menos se pôr na boca do leitor, enraizar-se aí como enunciado de um discurso definitivo e legitimador.


Como era fabuloso o meu francês!
1922
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Poesia reunida
O assassinato da rosa
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
O desconsolo da filosofia
A praça do mercado
Dos artefatos e das margens
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
Pulvis
Numa nada dada situação
O mar que restou nos olhos
Contos estranhos
Figurino funk
O fim do Brasil
Cárcere privado
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea 

