O livro se movimenta transversalmente: as palavras querem percorrer outras aberturas, chegar a outras bordas, reversíveis, não apenas nomear, não apenas dizer, testemunhar, contar história, muito menos se pôr na boca do leitor, enraizar-se aí como enunciado de um discurso definitivo e legitimador.


Campos de Carvalho contra a Lógica
Cadernos de alguma poesia
De todas as únicas maneiras
Da Colônia à República
Poemas para morder a parede
Contos estranhos 

