O livro se movimenta transversalmente: as palavras querem percorrer outras aberturas, chegar a outras bordas, reversíveis, não apenas nomear, não apenas dizer, testemunhar, contar história, muito menos se pôr na boca do leitor, enraizar-se aí como enunciado de um discurso definitivo e legitimador.


A outra história
A casa invisível
Grito em praça vazia
Poemas para morder a parede
O vento gira em torno de si
A ordem interior do mundo
Corvos contra a noite
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Nas frestas das fendas
Dinossauro emancipado 

