Um viajante comum registra sua jornada por meio de fotos. Lucas Viriato de Medeiros faz isso através da poesia. Com a sensibilidade e disponibilidade de quem não viaja com uma idéia pronta daquilo que vai encontrar, o autor se mostra aberto para tudo o que se apresenta ao longo do percurso, abraçando as experiências com humor e espanto, estranhamento e empatia.


Parados e peripatéticos
Murmúrios
Cadernos de alguma poesia
Ciclopes e medusas
Grito em praça vazia
Beco da vida
Hermenêutica da existência em Cervantes e Dostoiévski
Reversor
Rita
Vento, vigília
Fraquezas humanas
Tradução, arquivos, políticas
A desordem das inscrições
Estou viva
O tempo amansa / a gente
Estrada do Excelsior
O morse desse corpo
Sophia: singular plural
Nenhum nome onde morar
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
"Pervivências" do arcaico
Ritual e performance
A cidade inexistente
Etnobiografia
Antologia poética 

