Um viajante comum registra sua jornada por meio de fotos. Lucas Viriato de Medeiros faz isso através da poesia. Com a sensibilidade e disponibilidade de quem não viaja com uma idéia pronta daquilo que vai encontrar, o autor se mostra aberto para tudo o que se apresenta ao longo do percurso, abraçando as experiências com humor e espanto, estranhamento e empatia.


A clínica contemporânea e o abismo do sentido
A memória é uma boneca russa
O caos preclaro
O mar que restou nos olhos 

