Poema, prosa ou conto? Sapatos de culpa nasce de um texto central sobre a morte de uma relação e o nascimento e amadurecimento de outra. A breve história, escrita em prosa poética, é destroçada no livro e tem as suas partes espalhadas, servindo de enredo para poemas intercalados, que remetem a cada fase de um relacionamento. Sem personagens identificados, a história central e os poemas falam de crises conjugais, fugas, amantes, descobertas de novos amores, novas crises, arrependimentos e tudo o que as relações amorosas compreendem. Se em Trama, seu outro livro, Eric Pestre segue uma estrutura poética mais convencional e abrangente, explorando temáticas variadas – a memória, o inconsciente, a arte, a escrita, a relação com a infância e com os filhos –, aqui o autor deixa de ser personagem e passa a observador, oferecendo os sapatos de culpa para que o leitor possa calçá-los ou deles se livrar.


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Crítica de poesia
Da capo al fine
Educação do corpo e escolarização de atletas
Culturas e imaginários
Vigário Geral
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
História do esporte
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
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História de vocês
Cadernos de alguma poesia
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Nenhum nome onde morar
Um vermelho não é um vermelho
Pedaço de mim
Pulvis
Para pensar
Grito em praça vazia 

