Os discursos extremos, mudanças climáticas e hostilidade nas relações comerciais entre países e organizações têm tornado o mercado de trabalho um ambiente agressivo. Nas redes sociais, os algoritmos operam aprofundando o sentimento de isolamento. Nesse cenário de desumanização do trabalhador, quem acena para o despertar de uma independência criativa deve, no mínimo, ser ouvido. Escutem o que o Guga escreve! O seu recomeço é inspirador. Ele diz que, para seguir, é importante “desaprender”. Por que insistimos tanto em um monte de dogmas de um tempo que já passou? O que ficou para trás tem o valor de constituir o que nos tornamos, mas, daqui para frente, é importante revisitar o passado sem apego e achando graça da vida. E é exatamente isso que o livro propõe: por meio de causos e contos vividos pelo Guga ao longo de quase trinta anos no mercado de trabalho, ele narra suas aventuras como advogado e executivo, de uma forma leve, sem amarras e referências textuais, tendo como pano de fundo as transformações experimentadas pelo mundo corporativo no que diz respeito à governança e às conquistas sociais. […] Aprendemos a levar nossos compromissos a sério, mas é sinal de inteligência a capacidade de rir de nós mesmos. Quem parou de sorrir adoece de ressentimento, um mal que paralisa. Sorria! Esse é um componente fundamental na trajetória do Guga.
Bom divertimento!
Luis Lobianco


Tecnologias e modos de ser no contemporâneo
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