Os contos de Daniel Hey revelam uma rara sensibilidade para as relações humanas, aqui expostas em variadas vertentes. A mais marcante é sem dúvida a das tensões familiares – muitas vezes colocando em contraponto o mundo das crianças e o dos adultos, com todas as impossibilidades de entendimento que muitas vezes se interpõem entre eles. Outra chave importante, presente no estranhamento do título e também numa das histórias mais emblemáticas, é aquela que nos abre o olhar para o mundo da arte: seja a do pintor que vê uma bela paisagem desconhecida de sua cidade, ou a do menino violinista sem dinheiro para comprar as cordas para seu instrumento. Com talento e competência, Daniel Hey desponta como uma das jovens promessas de nossa literatura.


Espaço, corpo e tempo
O menor amor do mundo
Pedaço de mim
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Mulheres de moto pelo mundo
Ave, Rosa!
Dos artefatos e das margens
Territórios ao Sul
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
A outra história
O tempo amansa / a gente
História de vocês
História(s) do Sport
A gaia ciência de James Joyce
Poesia reunida
Estão matando os humoristas
Governo Vargas: um projeto de nação
A casa invisível
Pessoas em movimento
Pulvis
Estrada do Excelsior
Reversor
Pesquisa sobre política, currículo e cotidiano escolar
Estou viva
Vera Ballroom
Estado novo e esporte
Maria das Neves 