Partindo de uma realidade muitas vezes abjeta e às vezes sem saída, os contos de Cida Sepulveda fazem jus ao título: Todo amor tem seu dia de punhal. Mas por trás de uma matéria bruta que trata de estupro e morte, de crueldade e crime, o trato enxuto e conciso do texto revela uma mão exímia de poeta, a nos conduzir com habilidade por cada história, em cada desfecho, numa prosa de sabor único e original.


A casa invisível
O morse desse corpo
Estrada do Excelsior
Estou viva
Poemas para morder a parede
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Vera Ballroom
Cadernos de alguma poesia
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Natureza humana 2
História de vocês
O fim do Brasil
Regra e exceção
Entre Brasil e Portugal 
