Tecidas em tramas delicadas, as histórias de Todo dia amanhece no Arpoador enredam o leitor lentamente, ao virar de cada página. Em cadência crescente, essas histórias descerram silêncios, descobrem mágoas, dores e amores ocultos nas aparências que absorvem e confundem, transportando a vida interior de cada personagem para a narrativa. Com suavidade e precisão, Maria Laura Cavalcanti provoca simpatias, atiça a curiosidade do leitor, brinca com suas expectativas e surpreende-o sempre no labirinto destes contos de atmosfera intimista. Sua escrita que prima pelo olhar feminino, pela sensibilidade temperada por fino humor e que apreende as sutilezas e surpresas das coisas e pessoas, tingindo com cores vívidas os gestos mais cotidianos.


Realismo, realismos
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
A outra história
Cadernos de alguma poesia
Sodoma
O médico e o barqueiro e outros contos
Histórias do bom Deus
Campos de Carvalho contra a Lógica
Vento, vigília
O chamado da vida
Fausto tropical
Raízes partidas
O morse desse corpo
A bordo do Clementina e depois
Espiral: contos e vertigens 

