Últimas conversas conta com Jordana Berg, Consuelo Lins e Carlos Nader para analisar o filme homônimo interrompido em sua produção. O material não finalizado por Coutinho parece radicalizar algumas de suas proposições em perguntas abertas pautadas em jogos e encontros, em questionamentos sobre o mundo, sobre a vida e a morte. A construção não linear de Jordana Berg nos desperta a sensação de que Coutinho pudesse sair de suas palavras e encarnar no sofá preto ou no set do trabalho que não terminou. Já Consuelo, em sua análise que transcende a fita, sugere que “Últimas conversas” trata “menos de um documentário de Eduardo Coutinho com jovens de escolas públicas do Rio de Janeiro e mais de um filme com e sobre o cineasta, sobre o seu estado de ânimo poucos meses antes de morrer tragicamente”. Finalmente, a partir da pergunta “o que faz de um filme, filme?”, Carlos Nader realiza um exercício de ler Coutinho através da lente de Walter Benjamin, iluminando um princípio fundante para o cinema (e para a vida), que é a linguagem.
“Últimas conversas” visto por
Carlos Nader, Consuelo Lins, Jordana Berg
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