Em tom confessional, Luanna Belmont explora simultaneamente suas inquietações e sensualidade. A sensibilidade de seus versos pulsa por todas as páginas deste livro também metapoético. Munida de um talento raro, Luanna observa a si mesma e sustenta esse olhar com franqueza e autenticidade.


O chamado da vida
ONGs
Nenhum nome onde morar
O vento gira em torno de si
O tempo amansa / a gente
A era do sono
Ninguém bebe minério
Até segunda ordem não me risque nada
Figurino funk
Cenas e cenários
Estranho país que teus olhos já não procuram mais
Realismo, realismos
No limite da palavra
Numa nada dada situação
Está à venda o jardim das cerejeiras
Grito em praça vazia 

