Com uma belíssima construção rítmica, calculadas repetições frasais e constante flutuação interna de ponto de vista, o monólogo “Uma família em Bruxelas” parece praticamente convidar a uma vocalização. E de fato foi apresentado muitas vezes pela própria autora, a cineasta Chantal Akerman. Pela primeira vez, a escritora belga é publicada no Brasil com tradução de Flora Süssekind e de Ivone Margulies.


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