Em seu novo livro, Vera Casa Nova elege suas afinidades eletivas para estabelecer um diálogo poético com diversos autores cujas obras reverberam a cada nova leitura. Paul Celan, Herberto Helder, Hölderlin, Mia Couto, Carlos Drummond de Andrade, Wislawa Szymborska, Marina Tsvetáieva, Sylvia Plath – cada seção do livro é uma espécie de conversa com um autor. “Cada uma com o sentido / ordenado pelo poeta — / por isso escrevo o que leio. / Leio porque escrevo.” Com esse jogo de espelhos, Vera amplia e aprofunda os canais de leitura e abre novos caminhos para a escrita: ao mesmo tempo de si e do outro, tornando universal justamente aquilo que é particular e íntimo – e vice-versa –, receita infalível de toda boa literatura.


Esquina da minha rua
Desenvolvimento, trabalho e cidadania
Fayga Ostrower e Hanna Levy-Deinhard: Correspondência 1948-1979
A construção social do "ex-bandido"
Da capo al fine
Ritual e performance
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
Quando formos doces
Vigário Geral
A bordo do Clementina e depois
Fluxos literários ética e estética capa dura
Nas frestas das fendas
Nada entre dois polegares
Estrada do Excelsior
Cadernos de alguma poesia
A casa invisível
A memória é uma boneca russa
Estou viva 

