A música e as artes plásticas estão presentes como referências infalíveis de som e imagem, mas aqui a palavra é a personagem principal. Com uma inventividade surpreendente, Sofia Betancor explora os meandros da língua em seus mais variados tons e idiomas, colorindo seus versos de um urgente e atualíssimo esperanto, numa composição delicada e bem tramada que desperta uma polifonia de múltiplos sentidos.


Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Pulvis
O mar que restou nos olhos
Ave, Rosa!
Pedaço de mim
Cinzas do século XX
Estética em perspectiva
Interculturalizar, descolonizar, democratizar
Estrada do Excelsior
O menor amor do mundo 

