O personagem que encena esta farsa paterna escreve um romance que é uma espécie de carta a seu filho recém-nascido, contando desde as dificuldades de lidar com um bebê em tempos de pandemia e distanciamento, passando pelas histórias dos avôs e avós até chegar às minúcias remotas da infância e da adolescência do próprio narrador. Nessa tentativa de explicar o mundo (e a si mesmo) ao filho – futuro leitor, cujo olhar os presentes leitores já antecipam e atualizam –, Raul Ruas constrói uma obra que mistura um pouco de tudo, sempre com uma sinceridade ímpar e uma boa dose de humor na construção da narrativa.


Teatro dos 4
Balaio
O mar que restou nos olhos
Cinco prefácios para cinco livros não escritos
Corvos contra a noite
Oceano
Como não agradar as mulheres
A gymnastica no tempo do Império
Da capo al fine
Machado de Assis
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Vida cotidiana e pensamento ecológico
O movimento queremista e a democratização de 1945
O fim do Brasil
Corpo em combate, cenas de uma vida
Nas frestas das fendas
A casa invisível
Para que suas lágrimas parem de jorrar
O assassinato da rosa
Contos contidos
Rita
O tempo amansa / a gente
Poemas para morder a parede
Vera Ballroom
Estrada do Excelsior
Trabalhos jurídicos
O vento gira em torno de si 

