Nos versos de seu quarto livro, Pollyanna Furtado escreve “as inquietudes e incompletudes de um eu lírico questionador de sua posição de estar-no-mundo”, como descreve Tenório Telles. Esses conflitos são força motriz para a expressão de sua poesia e desaguam na amplidão de sua identidade, como vemos em seus versos ao mesmo tempo vulneráveis e destemidos.


Natureza humana 2
Caminhos do hispanismo
Confabulações
A casa invisível
O assassinato da rosa
Tua carne verá a luz
Nenhum nome onde morar
Tartamudo
Corpo em combate, cenas de uma vida
Poema Cenário e outros silêncios
Cárcere privado
Poesia reunida
O morse desse corpo
Grito em praça vazia
Tradução, arquivos, políticas
O fim do Brasil
O tempo amansa / a gente 
