Nos versos de seu quarto livro, Pollyanna Furtado escreve “as inquietudes e incompletudes de um eu lírico questionador de sua posição de estar-no-mundo”, como descreve Tenório Telles. Esses conflitos são força motriz para a expressão de sua poesia e desaguam na amplidão de sua identidade, como vemos em seus versos ao mesmo tempo vulneráveis e destemidos.


O movimento queremista e a democratização de 1945
Poemas para morder a parede
Cartas trocadas
Desigualdades interdependentes e geopolítica do conhecimento
ONGs
Mural dos nomes impróprios
Poesia reunida
Vento, vigília 
