Nos versos de seu quarto livro, Pollyanna Furtado escreve “as inquietudes e incompletudes de um eu lírico questionador de sua posição de estar-no-mundo”, como descreve Tenório Telles. Esses conflitos são força motriz para a expressão de sua poesia e desaguam na amplidão de sua identidade, como vemos em seus versos ao mesmo tempo vulneráveis e destemidos.


O menor amor do mundo
Pesquisa sobre política, currículo e cotidiano escolar
Poemas para morder a parede
Da capo al fine
Tramas epistêmicas e ambientais
O tempo amansa / a gente
Antologia poética
Vento, vigília 
