Nos instigantes microcontos de Marcelo Pagliosa, muito do que é dito está além das palavras, nas entrelinhas exploradas habilmente pelo autor. Como assinalado por Marcelino Freire, o leitor “vira cúmplice”, “parceiro autoral” da obra; quanto a esse estilo, completa: “o melhor dos contos curtos é o fim. Porque é aí que os contos começam. […] O que falta a gente inventa”.


Outro (& outras)
Mudanças e desafios sociológicos
Todo diálogo é possível
Antologia poética
A outra história
A desordem das inscrições
Quando formos doces
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O Cid (1636-1637)
Poemas para morder a parede
O tempo amansa / a gente
Está à venda o jardim das cerejeiras
O chamado da vida 

