Nos instigantes microcontos de Marcelo Pagliosa, muito do que é dito está além das palavras, nas entrelinhas exploradas habilmente pelo autor. Como assinalado por Marcelino Freire, o leitor “vira cúmplice”, “parceiro autoral” da obra; quanto a esse estilo, completa: “o melhor dos contos curtos é o fim. Porque é aí que os contos começam. […] O que falta a gente inventa”.


Didática
Numa nada dada situação
Para que suas lágrimas parem de jorrar
Hermenêutica da existência em Cervantes e Dostoiévski
O tempo amansa / a gente
Tartamudo
Educação do corpo e escolarização de atletas
Pesquisa sobre política, currículo e cotidiano escolar
Territórios socioambientais em construção na Amazônia brasileira
Leitura e formação do leitor
O autista e seus objetos
O mar que restou nos olhos
Confabulações
O futuro da infância e outros escritos
Contos estranhos
Ciclopes e medusas 

