Nos instigantes microcontos de Marcelo Pagliosa, muito do que é dito está além das palavras, nas entrelinhas exploradas habilmente pelo autor. Como assinalado por Marcelino Freire, o leitor “vira cúmplice”, “parceiro autoral” da obra; quanto a esse estilo, completa: “o melhor dos contos curtos é o fim. Porque é aí que os contos começam. […] O que falta a gente inventa”.


A arte do teatro
Da capo al fine
O ateliê voador e Vocês que habitam o tempo
Maratona de Nova York
Rotas de teatro
Cadernos de alguma poesia
A praça do mercado
Trânsitos e deslocamentos teatrais: Da Itália à américa latina
Beco da vida
Sentidos do melodrama
Cara de cavalo 

