A palavra poética, em todas as suas dimensões, é a matéria-prima de Gabriela Marcondes. A palavra plástica, sonora e logopaica. Em depois do vértice da noite, Gabriela mescla elementos tradicionais da arte poética, desenvolve experiências com as novas tecnologias eletrônicas e incorpora a visualidade das vanguardas na sua poesia. Com uma rigorosa construção formal, ironia e sensibilidade, estes poemas visuais e poemas-objeto surpreendem pelo alto impacto estético, e devem ser lidos – como diz Claudio Daniel – “com a inteligência e os sentidos em alerta”.


Didática
Numa nada dada situação
Para que suas lágrimas parem de jorrar
Hermenêutica da existência em Cervantes e Dostoiévski
O tempo amansa / a gente
Tartamudo
Educação do corpo e escolarização de atletas
Pesquisa sobre política, currículo e cotidiano escolar
Territórios socioambientais em construção na Amazônia brasileira
Leitura e formação do leitor
O autista e seus objetos
O mar que restou nos olhos
Confabulações
O futuro da infância e outros escritos
Contos estranhos
Ciclopes e medusas
Nas frestas das fendas
Dois campos em (des)enlaces
Poemas para morder a parede 

