A palavra poética, em todas as suas dimensões, é a matéria-prima de Gabriela Marcondes. A palavra plástica, sonora e logopaica. Em depois do vértice da noite, Gabriela mescla elementos tradicionais da arte poética, desenvolve experiências com as novas tecnologias eletrônicas e incorpora a visualidade das vanguardas na sua poesia. Com uma rigorosa construção formal, ironia e sensibilidade, estes poemas visuais e poemas-objeto surpreendem pelo alto impacto estético, e devem ser lidos – como diz Claudio Daniel – “com a inteligência e os sentidos em alerta”.


No domínio de Suã
Um Flamengo grande, um Brasil maior
Max Martins em colóquio
Murmúrios
Criando caso todo dia
Vento, vigília
Mulheres de moto pelo mundo
Etnobiografia
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
O menor amor do mundo
Como impressionar sem fazer esforço
Pesquisa histórica e história do esporte
Vera Ballroom
Contos contidos
Tradução e psicanálise
O movimento queremista e a democratização de 1945
Pessoas em movimento
Regra e exceção
As linguagens do futebol em Moçambique
Corvos contra a noite
Esporte, cultura, nação, Estado
Cadernos de alguma poesia
Nas frestas das fendas
O caos preclaro
O morse desse corpo
Pedaço de mim
Parados e peripatéticos
Estou viva 

