Escrever, diz o clichê, é um ato de coragem. Escrever sobre amor – e amando – é a coisa mais valente e insensata que uma poeta é capaz de fazer. Nesses poemas, Casanova nos permite espiar pelo buraco da fechadura e flagrar os primeiros passos de um amor. E o efeito disso é tão arrebatador não apenas porque a autora não cai em lugares-comuns, não apenas porque nos apresenta imagens deliciosas e amalucadas; Luiza Casanova nos arrebata porque deixa o mistério onde o mistério deve permanecer.
Carol Bensimon


A trincheira dos trabalhadores
A paixão mortal de Paulo
Territórios ao Sul
Dos artefatos e das margens
Arroz e feijão, discos e livros
Luz sobre o caos
O animal do tempo / A inquietude
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
O baixo contínuo no Brasil 1751-1851
Formas do eu na literatura e na filosofia
Estrada do Excelsior
Do poema nasce o poeta
Corvos contra a noite 

