Manhã quase tarde confirma a veia poética sensível e singular de Fernanda Oliveira. Nesta obra, a poeta transporta para os versos um olhar inquieto e agudo que ultrapassa o óbvio, questionando a superfície das coisas. Sem regras, solta, sua poesia ganha ao desvelar a força por trás da mais frágil emoção. Cada momento desta “manhã” revela a fertilidade poética nas mais fugazes imagens, nos mais voláteis sentimentos. Uma fertilidade alimentada pela liberdade íntima com que Fernanda explora a face lunar e solar das emoções humanas.
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A estética funk carioca
Uma escola de luta
A invenção do amor
O fim do Brasil
Motus perpetuo
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Ensaios de escola
Vera Ballroom
A gaia ciência de James Joyce
O mar que restou nos olhos
Filosofia e arte
Diálogos possíveis
Tradução, arquivos, políticas
Ficção e travessias
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Machado de Assis
Max Martins em colóquio
Estrada do Excelsior
Ciclopes e medusas
No limite da palavra
Grito em praça vazia
Espaço, corpo e tempo
Travessias da literatura na escola
Viagem de Lorelei na Terra da Poesia
Sophia: singular plural
Além do visível 
