Neste Manual de pintura rupestre, Fernando Abreu conjuga com habilidade a arte (artesã) do labor literário – realizado com o rigor e a concisão de quem já viu (e leu) um pouco de tudo – e a surpresa da invenção poética, aqui apresentada numa voz muito própria, contemporânea e original.


Poemas para morder a parede
Corpo sem órgãos
A herdeira [Washington Square]
Olha, os agapantos estão voltando!
Negras líricas- 2ª edição
De todas as únicas maneiras
Interculturalizar, descolonizar, democratizar
1922
Territórios ao Sul
Vento, vigília 

