“Quantos segundos, quantos segundos até o chão?” O telefone toca e Dalton com a notícia de que um vizinho se atirou do quarto andar. Na sala, seu pai comenta o fato afundado na poltrona, os olhos fixos na tv. A mãe passou o dia dormindo, embalada por remédios.
Neste romance de estreia, Bolívar Torres acompanha um jovem mergulhado numa rotina de emoções fugazes, diálogos rasos e encontros fortuitos. Seu isolamento é o de uma geração que resvala entre uma busca impossível por sentido e a incapacidade de encarar os próprios medos, afetos e decisões. A narrativa ágil e seca desnorteia o leitor, em uma obra impactante na qual ressoam a angústia e o silêncio.


IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
Natureza humana 2
Quase música
O ateliê voador e Vocês que habitam o tempo
Nenhum nome onde morar
O vento gira em torno de si
A gymnastica no tempo do Império
A duas mãos
Heptacular
Luz sobre o caos
Sinais Trocados
Ficção e travessias
78
O mar que restou nos olhos
Educação do corpo e escolarização de atletas
Vera Ballroom
Escritos à Margem A Presença de Autores de Periferia na Cena Literária Brasileira
O futuro da infância e outros escritos
Cartas trocadas
O Cid (1636-1637)
Era preciso um caminho 

