Em O choro da aranha etc., Sérgio Medeiros lança um olhar atento para o que há de minimal à nossa volta, revelando, em versos claros e lúdicos, o que há de surpreendente nas pequenas coisas aparentemente óbvias e sem importância: aranhas que choram, flores, vegetais e minerais, sombras e resíduos figuram nestes páginas em que se dissolvem as fronteiras entre vida e poesia –fundindo cidade e selva, natureza e urbe, aldeia indígena e bairro. A liberdade no uso da linguagem marca estes poemas, num movimento vibrante e renovador da própria poesia.


Pedaço de mim
A estética funk carioca
Uma escola de luta
A invenção do amor
O fim do Brasil
Motus perpetuo
Antologia poética
Ensaios de escola
Vera Ballroom
A gaia ciência de James Joyce
O mar que restou nos olhos
Filosofia e arte
Diálogos possíveis
Tradução, arquivos, políticas
Ficção e travessias
Cadernos de alguma poesia
Machado de Assis
Poemas para morder a parede
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Parados e peripatéticos
A casa invisível
Interpretações literárias do Brasil moderno e contemporâneo
A queda
Ave, Rosa!
Inclusive, aliás
Campos de Carvalho contra a Lógica
Da capo al fine 

