Com uma palheta de cores fortes, vermelhos intensos, verdes marítimos, azuis e amarelos, Clara de Góes constrói uma poesia de rara intensidade. Sob a lente da poeta, tudo ganha vida: as memórias e paisagens da infância, a lembrança daqueles que se foram, as solidões noturnas e os amores em flor – é no prisma da palavra que tudo subitamente fica claro, forjando nessa mistura de cores fortes o branco que ilumina de saudade os domingos, todo dia.


Vera Ballroom
Poemas para morder a parede
O assassinato da rosa
Da capo al fine
O menor amor do mundo
O fim do Brasil
A memória é uma boneca russa
Vento, vigília
Até segunda ordem não me risque nada
Cadernos de alguma poesia
Didática 

