Com uma palheta de cores fortes, vermelhos intensos, verdes marítimos, azuis e amarelos, Clara de Góes constrói uma poesia de rara intensidade. Sob a lente da poeta, tudo ganha vida: as memórias e paisagens da infância, a lembrança daqueles que se foram, as solidões noturnas e os amores em flor – é no prisma da palavra que tudo subitamente fica claro, forjando nessa mistura de cores fortes o branco que ilumina de saudade os domingos, todo dia.


Raízes partidas
Crítica de poesia
Machado de Assis
Sophia: singular plural
Grito em praça vazia
Outro (& outras)
A casa invisível
Como não agradar as mulheres
Fausto tropical
Estou viva
Como impressionar sem fazer esforço 

