Com uma palheta de cores fortes, vermelhos intensos, verdes marítimos, azuis e amarelos, Clara de Góes constrói uma poesia de rara intensidade. Sob a lente da poeta, tudo ganha vida: as memórias e paisagens da infância, a lembrança daqueles que se foram, as solidões noturnas e os amores em flor – é no prisma da palavra que tudo subitamente fica claro, forjando nessa mistura de cores fortes o branco que ilumina de saudade os domingos, todo dia.


Raízes partidas
Max Martins em colóquio
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Ficção e travessias
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Pedaço de mim
Balaio
Vida poesia tradução
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Entre Brasil e Portugal
Confabulações 

